terça-feira, 20 de julho de 2010

Tudo de Novo no Front

Já sei, já sei. "Cara, como você demora pra atualizar essa porra! *fung*"
Francamente.. A essa altura do campeonato, estranho seria se eu postasse pontualmente, não?

Vim aqui postar poucas horas depois de mais um fatídico aniversário. Meu 17º foi ruim assim como todos os antecedentes. Depois me perguntam por que não gosto de marcar comemorações. Enfim.
Não tenho muito a que atribuir essa inatividade. Sempre que abria o blog com a intenção de escrever algo, as coisas esvaiam-se bem rapidamente.

Provavelmente foi por conta do excesso de vida. Isso mesmo, tenho estado ocupado vivendo. É, resolvi levar esse hobby a sério. Isso sim é que é novidade, hein, champs? Mas vamos por partes.

Namorada

Durante muito tempo levei uma vida de solitária militância, onde o amor era pago e as eventuais surpresas penianas regadas à AIDS não eram raras. Como a maioria das coisas desagradáveis, chega uma hora que basta.


Já dizia o clichê: 'Pare de procurar, a felicidade está a seu lado'. Literalmente a felicidade vivia na rua de trás, esperando pra ser descoberta. Acabei descobrindo, e já to há dois meses com esse caos. Heh. Não to muito afim de contar toda a história, pois gostaria mais de usar essa parte do post pra relatar pontos interessantes de tal fato, como as reações das pessoas ao descobrirem que alguém como eu estava, por fim, namorando.
Perguntas como 'VOCÊ?! COM UMA MULHER?!', 'E AÍ, ELA AO MENOS JÁ SABE?!', 'USOU GAMESHARK?!' foram freqüentes. Mas nada superou o bom e velho 'hmmmmmmmm, que munitinho vocês dois' acompanhada daquela expressão nada constrangedora.


Também é divertido ver como minha namorada imagina que apenas pelo fato de estarmos juntos eu tenha deixado de lado qualquer pensamento totalitário. Ah, vá. A hierarquia é rigorosa e o Coronel é irredutível.

Desculpa, mor.

De qualquer forma, ela foi a única a salvar meu aniversário de ontem, me enchendo de códigos e enigmas tais como o degustador atrás dos armários. MAS ENFIM, pro deleite da minha namorada, não vou fazer nenhum tipo de declaração nesse blog (Nesse sim: http://abra-seus-parenteses.blogspot.com/), por ele ser dedicado apenas à cretinices, então contente-se com isso.



Sinusi


Pela segunda e última vez, participei do Simulacro das Nações Unidas do meu colégio, a tal Sinusi. Foi uma experiência divertida, interessante e cansativa, como de costume. Meu grupo representou o importantíssimo Egito, com toda a sua exuberância e.. pirâmides.


Eu, como membro do comitê Histórico, fui obrigado a ouvir todo o tipo de maluquice a respeito do tema em discussão, a Criação do Estado de Israel. Repleto de pessoas bipolares e desequilibradas, o comitê propôs coisas que iam da criação do Estado judeu no norte da Inglaterra até a ressurreição de Napoleão Bonaparte pra resolver a tramóia sionista. Aham, assieds-toi là. 


Eu e minha adorável parceira mantivemos uma posição sólida e clara e por conta disso nós (ela) recebemos uma menção honrosa.
Assim como no comitê, meu grupo se saiu bem em todos os outros quesitos da simulação. Mesmo assim ficamos numa colocação incrivelmente baixa no ranking, atrás de grupos que sem dúvida foram bem piores. Os resultados injustiçaram muitos grupos que não sabiam como a China pôde vencer. China.. China.. Eu já havia mencionado o perigo aqui antes.. Enfim. É claro que todos de pronto aceitaram tudo diplomaticamente.

  





Provas, provas e mais provas


Desde o último post, provavelmente passei por 4 provas multidisciplinares, 1 simulado, uma semana de provas abertas e um fim de semana de vestibular. Depois disso tudo, digo com segurança que essas coisas me cansaram e já não me interessam mais; passados todos esses anos de escola, em especial os três últimos de Ensino Médio.
Estou num colégio que parece se importar apenas com nossos resultados em provas de vestibulares, que nos bombardeia de conteúdo e mais conteúdo que possui pouca utilidade na vida real. Esse ano, acabei me tornando um crítico ferrenho do Vestibular como forma de ingresso em uma universidade pública, por ele apostar tudo numa única prova sem se importar com qualquer outro resultado no decorrer da vida escolar
ENFIM
Sei que isso não interessa meus leitores nem um pouco, só gostaria de noticiar que a partir de hoje abandonei a aspiração pela vida acadêmica e já estou me preparando para tornar-me um bem sucedido vendedor de quinquilharias de alto custo na porta dos vestibulares que tanto critico.






Bom, tenho enfrentado um ano bastante obscuro quando o assunto é escrever coisas. O problema já se encontra na quantidade e já suspeito que tenha se alastrado para a qualidade. Se teve coragem de chegar até aqui, tenha um pouco mais e denuncie essa merda pra mim.